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É golpe: Câmara aprova urgência para votação da reforma trabalhista

O golpe contra os trabalhadores e o povo brasileiro ficou mais uma vez escancarado nesta quarta (19/04) com a aprovação, na Câmara dos Deputados, por 287 votos a 144, do regime de urgência para o projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16). O requerimento foi reapresentado por parlamentares ligados ao governo ilegítimo de Michel Temer e novamente posto em votação, embora, na noite de terça (18/04), o Plenário houvesse rejeitado o regime de urgência por insuficiência de votos, pois o pedido obteve o apoio de 230 parlamentares, quando o necessário é 257. Ou seja, em menos de 24 horas, 57 deputados compareceram ou mudaram o voto, permitindo assim a aprovação da urgência.

Com isso, não será possível pedir vista ou emendar a matéria na comissão especial que analisa o substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Pelo acordo, o projeto será discutido na Comissão Especial na próxima terça-feira (25/04) e, se aprovado, no mesmo dia será apreciado pelo Plenário.

O relatório apresentado na comissão não só mantém a prevalência dos acordos coletivos em relação à legislação trabalhista (o negociado sobre o legislado), como também retira ainda mais direitos dos trabalhadores.

É fundamental pressionar os parlamentares para que esse crime contra os trabalhadores seja barrado, enviando mensagens, expondo-os nas redes sociais e interpelando-os em seus estados e municípios.

É preciso também ocupar as ruas e protestar contra esse desmonte do Estado Brasileiro, representado pelas reformas trabalhista e previdenciária em curso e pela terceirização irrestrita, aprovada recentemente.

Com Contee

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