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Professores da Faculdade Ciências da Vida decidem manter greve

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Em assembleia virtual nessa quinta-feira (9/12), professores da Faculdade Ciências da Vida decidiram permanecer em greve, por tempo indeterminado. Os docentes reivindicam o pagamento imediato dos salários atrasados, a regularização do depósito do FGTS e o compromisso de que os próximos salários serão pagos em dia, conforme determina a legislação trabalhista.

Depois que os professores paralisaram as atividades, em 26 de novembro, a instituição de ensino chegou a pagar os salários de agosto, setembro e outubro, mas o de novembro e a primeira parcela do 13º salário continuam atrasados. O depósito do FGTS também não foi regularizado.

Na assembleia, os professores rejeitaram a proposta feita pela direção da Faculdade, que previa pagar todos os atrasados em quatro parcelas mensais, a partir de março de 2022. Para eles, essa proposta representa um desrespeito a um dos direitos básicos dos trabalhadores e uma desvalorização da categoria, que se empenha para garantir a qualidade do ensino ofertado.

Na avaliação do Sinpro Minas, a continuidade da mobilização dos professores será fundamental para pressionar a direção da Faculdade a resolver as pendências trabalhistas. “Disseram que não tinham recursos mas, pouco depois do anúncio da greve, no final de novembro, o dinheiro apareceu e conseguiram pagar parte dos atrasados. O que os professores exigem é um direito básico, o de receber seus salários corretamente e em dia, para que não tenham de passar por dificuldades financeiras. É um descaso muito grande por parte da instituição de ensino com seus professores, que se dedicam cotidianamente para manter a qualidade da educação. Esperamos que essa situação seja resolvida brevemente, e o sindicato não vai medir esforços para garantir o cumprimento dos direitos da categoria”, destacou Valéria Morato, presidenta do Sinpro Minas.

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