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Professores da Unincor vão ampliar a mobilização pela garantia de direitos

Instituição de ensino atrasa salários, férias e 13º, além de descumprir outras cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria

Em reunião no dia 31 de janeiro, os professores da Unincor (Universidade Vale do Rio Verde) decidiram ampliar a mobilização para pressionar a instituição de ensino a regularizar as pendências trabalhistas, que se arrastam há anos. Com o salário de dezembro, as férias e o 13º atrasados, entre outras irregularidades, os professores planejam iniciar uma paralisação das atividades docentes.

Há mais de 10 anos, os docentes de todas as unidades da Unincor enfrentam constantes atrasos e não pagamento de salários, férias, 13º e outras verbas rescisórias, falta de depósito do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), descumprimento de direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), entre outras irregularidades.

O Sinpro Minas já ajuizou inúmeras ações contra a instituição de ensino, para que as irregularidades trabalhistas sejam corrigidas e os docentes tenham seus direitos preservados. Ao longo desses anos, várias reuniões no Ministério do Trabalho e audiências na Justiça já foram feitas, e assembleias de professores, realizadas para discutir os problemas.

No entanto, a universidade se recusa a resolver, de forma definitiva, as irregularidades. Nas poucas vezes em que apresentou uma proposta de regularização das pendências e os professores a aceitaram, a direção da universidade logo a descumpriu.

No ano passado, por exemplo, em reuniões de mediação no Ministério Público do Trabalho (MPT), representantes da Unincor até reconheceram algumas irregularidades, mas não se comprometeram a resolvê-las nem apresentaram proposta.

Para o Sinpro Minas, a situação atual demanda ampliar a mobilização da categoria. “A universidade mantém há anos a postura de descaso com os professores, e a prática de descumprir a legislação trabalhista é recorrente. A direção da instituição sequer cumpre um dos direitos mais básicos dos trabalhadores, o de receber em dia seu salário”, criticou a presidenta do Sinpro Minas, Valéria Morato, ao reiterar que o sindicato vai continuar as ações em defesa dos direitos dos professores da Unincor.

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