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Violência contra a mulher em debate no Sinpro Minas

Na tarde dessa quarta-feira, 9 de maio, diversas mulheres estiveram presentes na palestra sobre “Gênero, Violências e Feminicídios: acolhimento e diagnóstico de mulheres em situação de violência”, organizada pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Subsecretaria de Políticas para as mulheres), em parceria com a Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a mulher e Sinpro Minas.  Integrantes do Fórum Estadual das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais, da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e representantes das mulheres rurais também participaram fortalecendo a formação e troca sobre as questões de gênero.

A presidenta do Sinpro Minas, Valéria Morato, deu as boas vindas a todas mulheres presentes, ressaltando o quanto é importante para o Sindicato fazer parte desses espaços de luta. Além disso, destacou que vivemos um cenário político com graves retiradas de direitos, como por exemplo com a reforma trabalhista e da previdência. Nesse cenário, as mulheres são as mais prejudicadas, como reflexo de uma sociedade ainda repleta de desigualdades. Para Valéria, é necessária reacender a consciência sobre a luta de classes e somar forças na luta contra todas as opressões, inclusive as de gênero.

A palestra, realizada no auditório do Sinpro, foi ministrada pela pesquisadoras Stela Nazareth Meneghel e Elizabeth Maria Fleury, organizadoras do Dicionário Feminino da Infâmia, obra que traz um amplo panorama dos conceitos recorrentes na pauta feminista e das mulheres, também apresentando temas e significados em sua dimensão histórica, política e social.

Para Terezinha Avelar, diretora do Sinpro Minas e coordenadora da Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, é muito importante construir espaços para debater o feminicídio. Terezinha também reafirmou o papel do Sindicato, sobretudo por ter uma categoria majoritariamente feminina, com 70% de mulheres. “Esses espaços são essenciais pra trazer essa reflexão para a categoria e também para todas e todos que compõe o Sindicato . Hoje mesmo tivemos muitas/os funcionárias/as participando, isso faz com que a gente traga pro bojo da discussão essas questões que são tão urgentes na desconstrução do patriarcado”, ressaltou.

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