
Os professores do setor privado de ensino de Belo Horizonte e região (CCT/MG) rejeitaram, por unanimidade, em assembleia, a proposta patronal para a campanha reivindicatória deste ano, que retira e precariza direitos da categoria.
Os donos de escolas querem, entre outras coisas, dividir a Convenção Coletiva de Trabalho em duas partes (ensino superior e básico), acabar com a indenização por redução da carga horária e alterar, de forma prejudicial, as cláusulas da isonomia salarial, de férias e de garantia de salários. Em relação ao reajuste salarial, o patronal ofereceu apenas 3,77% – índice da inflação.
Na assembleia, realizada nessa quinta-feira (21/5), os professores reafirmaram a pauta aprovada pela categoria, que prevê manutenção das cláusulas anteriores, aumento do adicional extraclasse, reajuste de 10,76%, isonomia dos pisos da educação básica, fim dos sábados letivos, entre outros pontos.
Os docentes também aprovaram a continuidade das negociações com o patronal e a ampliação das ações de mobilização da categoria.
“A assembleia demonstrou a força e o compromisso da categoria na defesa dos seus direitos e na luta pela valorização profissional. Tivemos uma participação muito representativa, e os professores evidenciaram as diversas precarizações nas escolas e a necessidade urgente de melhores salários, condições dignas de trabalho e respeito à categoria”, destacou Valéria Morato, presidenta do Sinpro Minas.
Na assembleia, os professores também deixaram claro que não vão aceitar retrocessos nos direitos já conquistados. “A mobilização da categoria é fundamental neste momento. É com participação ativa nas atividades e nas lutas organizadas pelo sindicato que conseguimos fortalecer nossa pauta, garantir direitos e avançar em novas conquistas”, ressaltou Valéria Morato.
Uma nova assembleia será agendada em breve, e assim que a data e o local forem confirmados, o sindicato divulgará para a categoria.
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O Sinpro Minas mantém um plantão de diretores/funcionários para prestar esclarecimentos aos professores sobre os seus direitos, orientá-los e receber denúncias de más condições de trabalho e de descumprimento da legislação trabalhista ou de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)
O plantão funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
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