
Financeirização da educação superior privada ataca direitos dos professores
e precariza identidade e condições de trabalho da categoria
A expansão acelerada do capital privado na educação superior brasileira, nos últimos anos, tem alterado as relações de trabalho dos professores e provocado muitos impactos na carreira docente. Um caso que foi parar na Justiça do Trabalho, em Minas Gerais, revela como esse processo tem repercutido negativamente no cotidiano da categoria.
Após avaliar o desempenho acadêmico de um estudante, o professor de uma faculdade privada no estado resolveu reprová-lo, mas a decisão final foi alterada pelos coordenadores do curso, que registraram um conceito B no diário de classe. Eles ainda forçaram o docente a validar a aprovação. Por ter sido constrangido e ter a sua autoridade desrespeitada, o professor recorreu à Justiça, e o Tribunal Regional do Trabalho reconheceu a interferência da instituição na autonomia dele, determinando o pagamento de indenização por danos morais.
Em outra instituição privada, uma professora do curso de Comunicação Social foi chamada pela direção, depois que um estudante reclamou com a coordenação do conteúdo que seria cobrado na prova: um artigo acadêmico de 18 páginas. O aluno alegou que não teria tempo suficiente para ler o texto na íntegra e queria que a docente explicitasse quais tópicos cairiam na avaliação.
Os dois episódios, somados a tantos outros semelhantes no país, mostram como a financeirização da educação aumenta a pressão sobre o fazer docente, provocando outros graves prejuízos, como precarização das condições de trabalho, intensificação das atividades, aumento do desgaste físico e mental e da instabilidade profissional, demissões em massa e até o que especialistas têm chamado de uberização da profissão docente, com perda de direitos e desregulamentação do trabalho da categoria.
E os números da participação do capital impressionam pelo tamanho que ela ocupa na educação superior brasileira. Atualmente, dos 10 milhões de universitários no país, 8 milhões estudam em instituições privadas, e nos últimos cinco anos, o setor cresceu 21%. Em 2024, 95,8% das vagas em cursos de graduação foram ofertadas pelo setor privado, e mais da metade das matrículas está concentrada em grandes conglomerados de capital aberto, como os grupos Cogna e Yduqs. Os dados fazem parte do mais recente Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC).


“Essas empresas tratam a educação como um comércio qualquer – um negócio de venda da mercadoria ‘conhecimento’ – e passam a se utilizar de todas as formas de maximização dos lucros e redução de custos para remunerar seus acionistas na Bolsa de Valores. Esses patrões apresentam pautas de retrocesso nas mesas de negociação, impossíveis de serem aceitas, com o objetivo claro de inviabilizar acordos e convenções coletivas. Depois, culpam os sindicatos profissionais pelo fracasso – por não aceitarem rasgar direitos históricos conquistados em décadas de luta”, denuncia o coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), Railton Nascimento, que cita o caso de Goiás.
No estado, após pressão dos grandes grupos educacionais, a Convenção Coletiva de Trabalho (documento que define as regras, benefícios e salários da categoria) foi dividida em duas, uma para a educação superior e outra para a básica. Desde que a separação foi feita, só têm aumentado os ataques, em mesa de negociação, aos direitos dos professores universitários, que estão há mais de cinco anos sem um acordo assinado.
“Desde 2019, o sindicato patronal do ensino superior manobra para não fechar a negociação. Apresentam propostas escandalosas, além de negativas de recomposição salarial, com perdas que ultrapassam 40%. O Sindicato dos Professores de Goiás já lançou mão das vias possíveis: mesas de negociação, mediações no Ministério Público do Trabalho, no Tribunal Regional do Trabalho, no Ministério do Trabalho e até dissídio coletivo, mas sem sucesso. Portanto, quando esse modelo degradante avança na sua gana por lucro acima da dignidade humana, a precarização dos direitos de professores e técnico-administrativos avança na mesma proporção”, afirma Raiton Nascimento.
Essas dificuldades de negociação se repetem em outros estados, o que levou inclusive a Contee a publicar recentemente uma nota de apoio aos sindicatos de professores de Minas, Goiás, Rio de Janeiro e Bahia, que enfrentam, neste momento, uma investida dos sindicatos patronais. Nesses estados, os grandes empresários da educação afirmam que somente aceitam assinar as convenções coletivas de trabalho da categoria se direitos históricos forem retirados.
“Essas quatro situações não são coincidência nem episódios isolados de má vontade administrativa. Elas expressam o mesmo movimento estrutural que vem redesenhando a educação privada brasileira nos últimos quinze anos: a concentração do setor nas mãos de grandes conglomerados de capital aberto. Por isso a Contee reafirma que educação não é mercadoria e denuncia o processo de financeirização e desnacionalização da educação superior privada. A luta de Goiás, Minas, Bahia e Rio de Janeiro pela renovação digna das convenções coletivas é parte da mesma disputa: a de impedir que a educação continue sendo tratada como mercadoria, e os professores, como custo”, ressalta a nota da Confederação (clique aqui para acessá-la).
Mais trabalho, menos valorização
Um outro estudo, feito pelo professor da Fundação Getúlio Vargas, Oscar Malvessi, a pedido do Sindicato dos Professores de São Paulo, revela como as grandes corporações que atuam na educação superior brasileira têm aumentado seus lucros às custas das condições de vida e trabalho dos docentes. Ele analisou os relatórios financeiros de seis companhias de educação com ações na Bolsa de Valores (Ânima, Cogna, Cruzeiro do Sul, Ser Educacional, Yduqs e Vitru) e constatou que, nos últimos cinco anos, o volume de alunos dessas empresas cresceu 31%, e a receita líquida, 21%.
Enquanto isso, a folha de pagamento dos professores registrou uma queda real de 16% no mesmo período, e a quantidade de alunos por docente aumentou 22%. Em números, cada professor dava aula em média para 106,7 estudantes no ano passado, nas instituições de ensino dessas seis grandes corporações – cuja receita líquida saltou de R$ 20 bilhões para R$ 24,2 bilhões, entre 2021 e 2025. Juntas, essas empresas fecharam o ano passado com 4,8 milhões de matrículas.
Na avaliação do professor João dos Reis Silva, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), quando uma instituição passa a responder regularmente a acionistas e investidores, a rentabilidade adquire maior peso nas decisões administrativas e pedagógicas. “A educação exige tempo longo: formação de professores, consolidação de grupos de pesquisa, amadurecimento intelectual, acompanhamento dos estudantes e construção de uma cultura institucional. O mercado financeiro, por sua vez, trabalha frequentemente com resultados trimestrais, perspectivas de valorização e expectativas de retorno”, afirma o pesquisador, que é uma das principais referências teóricas no debate desse tema no país.
No segundo trimestre deste ano, por exemplo, o grupo Ânima, o maior conglomerado de ensino superior do país, lucrou R$ 29,1 milhões, alta de 206,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a receita líquida do grupo somou R$ 1,05 bilhão no trimestre, um crescimento de 4,4% em um ano. Os números foram divulgados nesta semana pela empresa, no relatório enviado ao mercado.


De acordo com o professor, a educação superior brasileira passou da etapa de mercantilização, nos anos 1990, para a atual fase de financeirização, em que o setor educacional passa a ser dominado por fundos de investimentos, acionistas e capital internacional, com ações na Bolsa de Valores. Nesse cenário, a lógica de funcionamento está focada no valor das ações e nas fusões, aquisições e geração de dividendos de curto prazo para os investidores.
A questão central, segundo ele, é estabelecer os limites de atuação do capital na educação. Há anos, a Contee tem feito uma campanha nacional pela regulamentação do setor privado de ensino. Em março deste ano, a entidade comemorou a aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE), pelo Senado, mas criticou a ausência no documento da educação privada. Para a Confederação, um plano que pense de fato a educação brasileira para a próxima década precisa contemplar a realidade da educação privada, garantindo condições dignas para os trabalhadores do setor, combate à pejotização, equiparação de direitos de trabalhadores do setor público com os do setor privado – como carreira e piso salarial –, e exigência de qualidade e maior controle do Estado por meio da regulamentação.
“Os grandes grupos econômicos atuam de forma articulada em todo o país. Compartilham estratégias, pressionam por mudanças na legislação e negociam nacionalmente. Se o patronato está organizado nacionalmente, nós também precisamos estar. Precisamos fortalecer nossos sindicatos, construir pautas comuns, compartilhar informações e organizar uma resposta coletiva. Porque enfrentar a financeirização da educação exige unidade de ação”, defende a presidenta do Sinpro Minas, Valéria Morato.
_____________________


Em entrevista ao Sinpro Minas, o professor João dos Reis Silva, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), mostra como a financeirização da educação superior privada vem transformando o cotidiano dos professores. Intensificação da jornada, padronização de conteúdos, uso crescente de plataformas digitais, redução da autonomia e pressão por resultados são alguns dos efeitos desse processo.
Ele analisa como a lógica da rentabilidade tem alterado a profissão docente e aponta caminhos para a preservar os direitos e a valorização do trabalho dos professores. Uma das saídas é o fortalecimento dos sindicatos, associações científicas e organizações docentes.
Confira abaixo a entrevista.
Quais foram as principais mudanças que a financeirização da educação superior privada trouxe para a profissão docente e para as condições de trabalho dos professores?
A financeirização introduziu uma racionalidade segundo a qual a instituição educacional tende a ser tratada como um ativo econômico, submetida a expectativas de crescimento, rentabilidade, valorização acionária e redução permanente de custos. Nesse contexto, o trabalho docente deixa de ser considerado apenas uma atividade intelectual, formativa e relacional e passa a ser medido também como componente de uma estrutura de custos.
As principais mudanças foram a intensificação do trabalho, a ampliação do número de estudantes por professor, a redução relativa do corpo docente, a contratação mais flexível, o enfraquecimento dos vínculos institucionais e a transferência de tarefas pedagógicas e administrativas para plataformas digitais. Estudos recentes têm identificado, nesse processo, maior padronização, distanciamento entre a gestão e o trabalho acadêmico e diminuição do espaço de decisão do professor.
O professor passa a acumular funções: ministra aulas, responde mensagens, preenche sistemas, acompanha indicadores, grava conteúdos, corrige atividades em plataformas e cumpre procedimentos administrativos. Muitas dessas atividades são realizadas fora da carga horária formalmente reconhecida.
Como se manifesta a relação entre a pressão por rentabilidade e o aumento da carga de trabalho, das demissões e das reduções salariais?
A educação é uma atividade intensiva em trabalho humano. Professores qualificados, turmas menores, laboratórios, bibliotecas, pesquisa, extensão e acompanhamento individualizado exigem investimentos contínuos. Quando a prioridade é ampliar as margens financeiras, a folha de pagamento costuma ser vista como uma das principais áreas em que se pode buscar economia.
Essa pressão pode manifestar-se por meio da redução do número de docentes, da substituição de professores mais experientes por profissionais com remuneração inferior, da ampliação das turmas, da contratação por hora-aula e da centralização de disciplinas em conteúdos previamente elaborados. Também pode ocorrer pela transferência de parte significativa das atividades para ambientes digitais [Ead], nos quais um mesmo conteúdo alcança um número muito maior de estudantes.
A educação a distância, por si só, não é necessariamente um problema. Ela pode ampliar o acesso e produzir experiências formativas relevantes quando dispõe de projeto pedagógico, acompanhamento docente, infraestrutura e condições adequadas. A dificuldade surge quando a modalidade é utilizada predominantemente como instrumento de escala, redução de custos e substituição do trabalho docente.
Assim, a relação entre rentabilidade e precarização não precisa aparecer como uma ordem explícita para diminuir salários ou demitir professores. Ela se manifesta nas metas de redução de custos, nos processos de reestruturação, na adoção de modelos de grande escala e na transformação do professor em executor de conteúdos produzidos centralmente.
O aumento do tempo destinado ao cumprimento de metas, às plataformas e aos conteúdos padronizados faz parte da lógica da financeirização? Quais são os impactos disso para a identidade docente?
Sim. Esse processo está associado a uma forma de gestão que procura tornar o trabalho educacional inteiramente mensurável, comparável e previsível. Tudo precisa ser convertido em indicador: frequência, retenção, aprovação, satisfação do estudante, tempo de resposta, número de acessos, cumprimento do conteúdo e produtividade docente.
Os instrumentos digitais podem ser úteis. Plataformas facilitam a comunicação, organizam materiais e permitem acompanhar dificuldades dos estudantes. O problema surge quando deixam de servir ao trabalho pedagógico e passam a governá-lo.
Nesse caso, o professor dedica parte crescente de seu tempo a registrar atividades, cumprir protocolos, alimentar sistemas e demonstrar que realizou o trabalho, em vez de dispor desse mesmo tempo para estudar, preparar aulas, acompanhar estudantes e atualizar seu repertório científico.
A padronização também altera profundamente a identidade profissional. Historicamente, o professor universitário é responsável por interpretar o conhecimento, selecionar bibliografias, organizar o percurso formativo e estabelecer uma relação intelectual com seus estudantes. Quando recebe planos rígidos, materiais prontos, avaliações centralizadas e roteiros que não podem ser modificados, ele corre o risco de deixar de ser autor de seu trabalho para converter-se em aplicador de procedimentos.
Isso não significa defender uma autonomia sem responsabilidade. A atividade docente deve obedecer a projetos pedagógicos, diretrizes curriculares e mecanismos públicos de avaliação. Entretanto, existe diferença entre coordenação acadêmica e padronização empresarial. A primeira busca assegurar coerência formativa; a segunda pode reduzir diferenças, acelerar processos e permitir que o mesmo produto educacional seja reproduzido em larga escala.
O efeito mais delicado é a perda do sentido do trabalho. O professor pode continuar cumprindo suas tarefas, mas já não se reconhece plenamente no que faz. Há uma separação progressiva entre sua formação intelectual e a atividade que lhe é permitida desempenhar. A literatura sobre financeirização do ensino superior tem apontado precisamente a expansão da padronização, da gestão por resultados e da distância entre aqueles que formulam as decisões e aqueles que realizam o trabalho pedagógico.
Quais interesses prevalecem quando fundos de investimento e acionistas influenciam as decisões? Há exemplos concretos?
Um exemplo concreto encontra-se na produção centralizada de conteúdos. Em vez de cada professor elaborar integralmente sua disciplina, equipes centrais preparam aulas, vídeos, avaliações e materiais que são distribuídos nacionalmente. Sob o ponto de vista gerencial, isso permite escala, uniformidade e redução de custos. Sob o ponto de vista acadêmico, pode limitar a adaptação ao contexto regional, às características dos estudantes e à trajetória intelectual do docente.
Outro exemplo é a substituição de turmas presenciais menores por componentes virtuais compartilhados por milhares de estudantes. Essa medida pode ser apresentada como inovação, e em alguns casos efetivamente amplia o acesso. Porém, quando é adotada principalmente para reduzir custos, tende a diminuir a interação pedagógica e o número de professores envolvidos no processo formativo.
A educação é uma atividade de interesse público, ainda que oferecida por uma empresa privada. Ela não pode ser tratada como uma mercadoria comum, pois seus efeitos atingem a formação profissional, a cultura, a ciência e a própria capacidade de uma sociedade compreender seus problemas.
Quais são os maiores riscos para a carreira docente e quais medidas podem enfrentar esses impactos?
O primeiro risco é a progressiva desprofissionalização da docência. O professor pode perder autonomia sobre conteúdos, metodologias e avaliações, tornando-se cada vez mais dependente de plataformas e determinações administrativas. O segundo é a fragmentação dos vínculos de trabalho. Contratos mais instáveis, remuneração restrita às horas de aula e redução das carreiras acadêmicas dificultam a continuidade dos projetos pedagógicos e o compromisso institucional de longo prazo.
O terceiro é o adoecimento. O aumento das tarefas, a vigilância permanente por indicadores, a insegurança profissional e a necessidade de responder continuamente aos sistemas digitais produzem desgaste físico e psíquico. O quarto risco é a substituição parcial do professor por conteúdos automatizados, aulas gravadas e sistemas de inteligência artificial, sem discussão pedagógica adequada. As tecnologias devem apoiar o trabalho docente, e não justificar sua eliminação ou desqualificação.
O quinto é o empobrecimento da própria formação superior. Uma educação excessivamente padronizada pode transmitir competências operacionais, mas encontra maior dificuldade para formar pensamento crítico, capacidade de interpretação, autonomia intelectual e compreensão histórica.
Para enfrentar esses riscos, considero necessárias algumas medidas. A primeira é fortalecer a regulação pública sobre as condições de oferta, a proporção entre professores e estudantes, a qualificação do corpo docente, a transparência dos contratos e a qualidade efetiva das atividades presenciais e digitais.
A segunda é criar regras que assegurem tempo remunerado para planejamento, preparação de aulas, atendimento aos estudantes e formação continuada. O trabalho docente não se limita ao momento em que o professor está diante da turma.
A terceira é garantir participação efetiva dos professores nos colegiados e nas decisões pedagógicas. Mudanças curriculares e tecnológicas não deveriam ser implantadas sem consulta à comunidade acadêmica.
A quarta é fortalecer sindicatos, associações científicas e organizações docentes, privilegiando negociação, produção de informações e diálogo institucional. A mobilização precisa ser firme, mas responsável, evitando personalizações e procurando demonstrar que melhores condições de trabalho também significam melhor formação para os estudantes.
A quinta medida, para mim fundamental, é a defesa da universidade pública. Ela não deve ser compreendida como adversária das instituições privadas, mas como patrimônio social e referência de qualidade, pesquisa, liberdade acadêmica e compromisso público.
A universidade pública é um direito do cidadão porque produz conhecimento que não pode depender exclusivamente de sua rentabilidade imediata. Forma profissionais, realiza pesquisa básica, preserva a memória científica e cultural, atende regiões e populações que nem sempre constituem mercados atraentes e oferece à sociedade instrumentos para pensar seu próprio futuro.
Defender a universidade pública não significa negar a existência do setor privado. Significa afirmar que uma sociedade democrática não pode transferir integralmente ao mercado a responsabilidade pela produção do conhecimento e pela formação de suas novas gerações.
O desafio é recolocar a educação como finalidade e a gestão como meio. Sustentabilidade financeira é necessária, mas deve estar subordinada ao projeto acadêmico, à dignidade do trabalho docente e ao direito dos estudantes a uma formação de qualidade.
Entidade filiada ao





O Sinpro Minas mantém um plantão de diretores/funcionários para prestar esclarecimentos aos professores sobre os seus direitos, orientá-los e receber denúncias de más condições de trabalho e de descumprimento da legislação trabalhista ou de Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)
O plantão funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
(31) 3115-3000
RUA JAIME GOMES, 198 – FLORESTA – BELO HORIZONTE/MG – CEP 31015-240
FONE: (31) 3115.3000 | SINPROMINAS@SINPROMINAS.ORG.BR