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Categoria rejeita contraproposta patronal

Professores da rede privada de ensino de Belo Horizonte e região fizeram assembleia da campanha reivindicatória, nessa quinta-feira (29/3).

Eles recusaram a contraproposta patronal, que apresenta mudanças prejudiciais para a categoria em pontos da Convenção coletiva de Trabalho (CCT), como as cláusulas de remuneração mensal, garantia de salários, definição e duração das aulas e folgas e recessos durante o ano letivo.

Os donos de escolas também não apresentaram proposta sobre o reajuste salarial da categoria e propuseram alteração nas férias coletivas.

Na assembleia, os professores reafirmaram a pauta de reivindicações entregue no final do ano passado, que prevê, entre outros itens, unificação dos pisos, adicional extraclasse de 33% e ganho real de 3%.

O Sinpro Minas vai entrar com protesto judicial para garantir a data-base. Com isso, a assinatura da CCT será retroativa a 1º de abril.

Os professores também decidiram por uma paralisação, pois não vão aceitar retirada de direitos. A diretoria do Sinpro Minas ressaltou que a mobilização da categoria é fundamental para garantir avanços nas negociações.

“Os professores continuarão mobilizados, pois não aceitaremos precarização dos direitos por parte dos donos de escolas. E estaremos novamente amanhã, dia 31, nas ruas de Belo Horizonte e do Brasil inteiro, em um ato que será um esquenta para a greve geral, no dia 28 de abril. Vamos dialogar com a sociedade e mostrar que este governo está querendo rasgar a CLT e a Constituição e acabar com nossos direitos previdenciários”, ressaltou a presidenta do Sinpro Minas, Valéria Morato.

#resistirparaavançar!

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