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Campanha reivindicatória 2016

13 de novembro de 2015

A nossa história comprova que só há conquista com luta. E, mais uma vez, iremos à luta por uma educação de qualidade, comprometida com a valorização dos professores e professoras, com salários dignos e melhores condições de trabalho e saúde.

Em 2016, a nossa campanha reivindicatória ocorrerá numa conjuntura ainda mais complexa. A crise mundial, e também brasileira, será utilizada de forma agravada pelos donos de escolas privadas como tática de desmobilização e argumentos para dificultar a nossa luta e não conceder o reajuste devido bem como outros itens da pauta de reivindicação.

A nossa unidade e o nosso envolvimento serão o diferencial para conquistar as reivindicações históricas. A campanha reivindicatória é o momento para conquistar e avançar nas relações de trabalho.

Professor/a, é com coragem, participação e determinação que lutaremos por mais direitos, por mais conquistas, por uma educação de qualidade, por um Brasil melhor.

Principais eixos da Campanha Reivindicatória 2016

1. Unificação dos pisos salariais: o trabalho educacional é igual nas diversas regiões do estado, portanto, o piso salarial deve ser o mesmo, ou seja, salário igual para trabalho igual.

2. Unificação das datas-base: atualmente, as datas-base da categoria são: fevereiro, março, abril e maio, conforme cada sindicato patronal das diversas regiões de Minas Gerais. A reivindicação da categoria é unificar as datas-base.

3. Recomposição da inflação: reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação acumulada na data-base (1 ano), para que haja recomposição das perdas do poder de compra do salário.

4. Ganho real: com o objetivo de conquistar melhores salários para os professores, reivindicamos reajuste acima da inflação como forma de valorização docente.

5. Adicional extraclasse: a Lei Nacional do Piso Salarial dos professores da rede pública já estipula que o adicional extraclasse deve ser o equivalente a 1/3 da jornada. Atualmente, os professores de escolas privadas em Minas recebem um adicional de 20% para as atividades inerentes ao trabalho docente realizado fora do horário de aulas, como elaboração e correção de provas. Como as tarefas que os professores assumem atualmente aumentaram, a reivindicação é elevar esse percentual para 33%. Trabalho realizado, deve sempre ser pago.

6. Estabilidade no emprego: para que não haja interrupção no trabalho educacional , os professores reivindicam estabilidade no emprego durante o período escolar.

7. Regulamentação da EaD: o Ensino a Distância é uma realidade em Minas e no Brasil. A regulamentação da EaD é fundamental para a valorização dos professores que atuam nessa área.

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