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CTB se une a entidades em defesa da Educação e da soberania nacional

25 de setembro de 2017

Entidades nacionais em defesa da Educação Pública se reuniram na sede da FASUBRA Sindical, na última quarta-feira (20) para discutir a agenda da campanha em defesa da Educação Publica Superior. A reunião teve as presenças da Fasubra Sindical ( Federação de Trabalhadores Técnicos Administrativos das Universidades Brasileira, representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes), da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), também estavam convidado, mas não puderam comparecer o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEF), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE), União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Assembleia Nacional dos Estudantes (ANEL). Também convidadas, mas com ausências justificadas, a CUT, Intersindical e Conlutas, que atuam também na base da Fasubra encampam também esta luta em defesa Universidade, em especial as universidade federais que correm sérios riscos, com este governo entreguista e um ministro subserviente ao ensino privado, que se nega a atender os dirigentes sindicais e ameaça destruir as conquistas das categoria.

As organizacões apresentaram o calendário de lutas de cada categoria, a fim de alinharem as agendas e unificarem as entidades que representam a educação básica, fundamental e superior, ampliando o número de instituições públicas que compõem a Frente Parlamentar Mista pela Valorização das Universidades Federais. A ideia é formar uma espécie de “bloco da Educação Pública”, incluindo também as ações no Congresso Nacional, com o apoio do maior número de parlamentares.

Os representantes organizam a participação dos trabalhadores no Ato em Defesa da Soberania Nacional, que acontece no dia 3 de outubro, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo os dirigentes, as universidades estaduais paulistas farão uma paralisação nacional, no dia 27 de outubro, pela Frente Parlamentar em Defesa das universidades públicas.

A próxima reunião do grupo está marcada para o dia 26 de setembro, às 17h, na sede do ANDES-SN. Entre os pontos que serão abordados está o indicativo para um ato conjunto da Educação no Rio de Janeiro, na sequência do dia 3, a articulação de agendas e atividades. Também será discutida a definição de uma reunião conjunta entre as entidades e as comissões de Educação da Câmara e do Senado, bem como a construção de uma  campanha de mídia nacional em defesa da Educação Pública.
“Para nós da CTB foi um encontro importante. As entidades ali presentes nos reconhecem como central que atua nesses setores em defesa da Educação. Estive ali representando a nossa secretária da pasta,  Marilene Betros, para reafirmar que, diante do golpe e de toda destruição que o governo Temer,  por meio do ministro Mendonça Filho, está causando às universidades públicas, acabando com  todos os avanços consideráveis que tivemos nos últimos anos, nós da CTB reconhecemos que esse patrimônio não pode ser derrubado por um ministro, um governo irresponsável, que, inclusive, não recebeu a FASUBRA  – legítima e única representante dos trabalhadores técnicos-administrativos das universidades”, disse João Paulo Ribeiro (JP),  representante da central.
O sindicalista falou sobre as atividades da CTB em defesa do ensino público. “Vamos apoiar a FASUBRA na sua proposta de greve que vai ser analisada em outubro, no Rio, onde faremos um grande ato em defesa da Educação Pública. Estaremos na luta para devolver à sociedade um ensino público  de qualidade. Com apoio da UNE, ANDES, PROIFES, estaremos nas ruas denunciando os desmandos e retrocessos desse governo ilegítimo. Será uma greve diferenciada – iremos inviabilizar hospitais universitários,  folhas de pagamento,  acesso aos campus, num ato de luta e resistência”, concluiu JP.

“Nós (o núcleo da CTB dentro da FASUBRA), propusemos a realização de um ato em Recife, que foi prontamente aceito por toda a direção da Federação. A manifestação demonstrou toda garra e força da FASUBRA, num ato repercutido na mídia,  onde divulgamos e denunciamos, na cidade do ministro, todo o desmonte do ensino superior público, inclusive o fato de que ele não nos recebe, desde que tomou posse”, declarou  Fátima dos Reis, presidente do Sindicato das Instituições Federais de Ensino Superior de Goiás (SINDIFES-GO), que também integra a direção nacional da CTB.

De Brasília, Ruth Helena – Portal CTB (com Ascom Fasubra)

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