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Evo rechaça tentativas de golpe e declara apoio a Dilma

31 de agosto de 2015

Evo Morales rechaça tentativas de golpe na América Latina e declara apoio a Dilma

“A direita imperialista quer desarticular os processos revolucionários na América Latina”, denunciou o presidente da Bolívia, Evo Morales, em discurso realizado um dia após a ampla manifestação realizada em todos os estados do Brasil em apoio à democracia e ao mandato constitucional da presidenta Dilma Rousseff.

O mandatário boliviano declarou apoio aos países que, ultimamente, têm sofrido diversas tentativas de desestabilização de seus governos por parte dos setores conservadores e da direita.

“Lutaremos e apoiaremos, incondicionalmente, os governos do Brasil, Equador, Uruguai, Venezuela, Cuba e todos os que defendem a paz, solidariedade e bem-estar dos povos”, expressou Evo Morales.

Ataque à presidenta Dilma

Ele ainda manifestou que irá defender, do seu país, a democracia dos governos progressistas na região. “Sinto que a agressão contra Dilma é política, um golpe através do Congresso”, frisou.

O presidente destacou ainda a necessidade de o movimento social e da esquerda se unirem para enfrentar o imperialismo estadunidense e seus aliados que financiam as campanhas midiáticas e a direita nestes países incitando atos de violência como foi feito na Venezuela logo após a eleição de Nicolás Maduro e como está ocorrendo no Equador.

“Não são tempos de impérios, mas dos povos; não estamos em tempos de oligarquias, mas dos movimentos sociais”, concluiu.

Ataque à presidenta Dilma

Ele ainda manifestou que irá defender, do seu país, a democracia dos governos progressistas na região. “Sinto que a agressão contra Dilma é política, um golpe através do Congresso”, frisou.

O presidente destacou ainda a necessidade de o movimento social e da esquerda se unirem para enfrentar o imperialismo estadunidense e seus aliados que financiam as campanhas midiáticas e a direita nestes países incitando atos de violência como foi feito na Venezuela logo após a eleição de Nicolás Maduro e como está ocorrendo no Equador.

“Não são tempos de impérios, mas dos povos; não estamos em tempos de oligarquias, mas dos movimentos sociais”, concluiu.

Ato anti-imperialista

Diante deste cenário, a CTB irá promover no dia 3 de outubro, data em que a Federação Sindical Mundial (FSM) completará 70 anos, um grande ato mundial anti-imperialista com a presença dos movimentos sociais e lideranças sindicais e políticas de vários países.

“No momento em que o império vem com essas mobilizações conservadoras é hora de fazer a denúncia”, disse o secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira (à esquerda), para o cônsul-geral da Bolívia em São Paulo, Claudio Luna, ao oficializar o convite para o evento, durante a visita realizada nesta quinta-feira (27).

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O cetebista lembrou-se de que em julho de 2014, a central sindical brasileira participou na Bolívia do “Encontro Sindical Internacional Anti-imperialista”, promovido pela FSM, Central Obreira Boliviana (COB) e o governo daquele país.

Presente no encontro com o cônsul boliviano, o secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, também destacou a importância da participação da delegação estrangeira no evento. “A CTB reforça a necessidade da integração e luta na região para que não ocorra nenhum retrocesso”, destacou o dirigente.

Por sua vez, Claudio Luna agradeceu pela visita e falou sobre as políticas que Evo Morales tem desempenhado e que melhoraram a qualidade de vida da população. “Por muitos anos indígenas de 36 nações originárias não tinham voz”, informou. Ele demostrou preocupação de como a situação no Brasil pode afetar todo o continente e aprovou a iniciativa do ato anti-imperialista.

Érika Ceconi – Portal CTB 

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