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Hoje: lançamento do livro "João Batista, mártir da luta pela reforma agrária"

21 de agosto de 2017

O livro João Batista, mártir da luta pela reforma agrária,  do jornalista Pedro César Batista , será lançado em Belo Horizonte, hoje (21/08), às  19 horas na sede do Sinpro Minas (rua Jaime Gomes, 198, Floresta).  O lançamento será aberto para todos  os professores e interessados no tema.

A obra  resgata a história de personagens populares que fizeram a história do País, tendo como base a vida e militância do advogado e deputado estadual João Carlos Batista, assassinado em 6 de dezembro de 1988, em Belém (PA), durante o exercício do mandato parlamentar e no momento que o Brasil promulgava a Constituição Federal de 1988, bem como a morte de centenas de camponeses e suas lideranças entre 1979 e 2015.

O livro faz um resgate histórico da luta pela terra a partir da abertura da rodovia Belém – Brasília, suas consequências, como o desmatamento e a ocupação desordenada das cidades na Amazônia, com destaque ao Pará. Batista, como era conhecido o advogado de trabalhadores rurais, posseiros e sem-terra, foi o único parlamentar assassinado após o fim da ditadura no país. A terceira edição foi atualizada com dados sobre a violência no campo e assentamentos rurais até maio de 2017, trazendo informações dos governos de Fernando Henrique, Lula e Dilma.

O livro foi está sendo usado, como argumento, para a produção do filme documentário de longa-metragem, João Batista, O Combatente do Povo, aprovado pela Ancine/ MinC e de responsabilidade da Trupe do Filme.

Sobre o autor 

Pedro César Batista é jornalista, bacharel em direito, poeta e romancista, e desde 2002 vive em Brasília (DF). Passou sua infância no interior do Pará e, aos dez anos, transferiu-se para Belém, ingressando no movimento estudantil aos 15 anos.

No início da carreira literária, escreveu os livros de poemas Tudo tem (1979), E aí? (1980), Poesia matutaí (1981), Letras livres (1982), Coração de boi (1984), e participou das Coletânea(s) de poetas em Ilhéus (1980) e de Enluadonovo (1983), em coautoria com outros poetas paraenses. Em 1991, publicou a 1ª edição de Conivência e impunidade, iniciando com esta obra uma orientação literária que adentra o jornalismo investigativo, centrada na análise de temas sociais e políticos e voltada a iniciativas a favor da defesa dos direitos humanos.

Os livros seguintes são: Sonhos reais (1997), 63 poemas de amor para uma flor dos pampas no Cerrado (2004) e Gilson Menezes, o operário prefeito. Experiências e desafios (2004). Em 2008, publicou a segunda edição do romance Marcha Interrompida, lançado pela Thesaurus Editora. A obra é um impactante exemplo de ficção realista baseado no massacre de Eldorado dos Carajás (PA), que resultou na morte de 19 trabalhadores rurais, com 69 camponeses adultos e crianças feridas. Candeeiro do tempo – poemas, coletânea dividida em três partes, apresenta poemas que mostram o desenvolvimento da produção poética do autor em três décadas distintas, foi lançado em 2010 (Verbis Editora). Em 2012 editou o livro de contos Relatos sobre o amor (Thesaurus Editora) e em 2014 publicou Jornadas de junho (Cromos Editora), uma reportagem sobre as manifestações que marcaram o ano de 2013. João Batista, mártir da luta pela reforma agrária (Expressão Popular), agora em sua terceira edição, logo estará no cinema, com o filme João Batista, O Combatente do Povo, produzido pela Trupe do Filme.

Fonte: Cress MG e Fetaemg

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