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Sinpro Minas defende adiamento das aulas para crianças de 5 a 11 anos

Na tarde da última quarta-feira, em coletiva de imprensa, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, anunciou o adiamento das aulas para crianças de 5 a 11 anos. Segundo o prefeito, “a medida foi tomada para que se tenha tempo hábil do recebimento de remessas de vacinas contra a Covid-19 e para a imunização das crianças dessa faixa etária”, afirmou. A decisão foi tomada em conjunto com as secretarias municipais de Saúde e Educação, além do Comitê de Enfrentamento à Pandemia.

O Sinpro Minas manifesta apoio à decisão e considera prudente a orientação também embasada pelo Conselho Estadual de Saúde, para que os demais municípios de Minas Gerais respeitem a medida. A imunização tem se mostrado a medida mais eficaz no combate à doença e após a angustiante espera para que as crianças do país pudessem ser vacinadas, é preciso um compromisso coletivo para resguardar essas vidas.

Vale lembrar que o Brasil autorizou a vacinação para crianças de 05 a 11 anos com mais de três meses de atraso com relação a outros países. Em dezembro do ano passado, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já tinha aprovado a aplicação, mas o próprio governo federal criou barreiras que retardaram ainda mais o processo de imunização.

Valéria Morato, presidenta do Sinpro Minas, afirma que o Sinpro Minas sempre lutou em defesa da vida e da vacinação, pautado pelos órgãos competentes da área da saúde. “Hoje os trabalhadores e trabalhadoras em educação já estão vacinados com a 3ª dose. Mas as crianças ainda não. Sendo assim, nós consideramos acertada a orientação de adiar as aulas para que seja possível vacinar os nossos pequenos”, defendeu.

Valéria analisa que a pandemia não acabou e que todas as medidas de segurança devem ser respeitadas nas escolas. Além da obrigatoriedade do uso de máscaras, ventilação dos espaços, higienização das mãos, Valéria também destaca o papel essencial e imprescindível da imunização. “Defendemos a comprovação da vacinação de todos e todas que fazem parte da comunidade escolar para estarem presencialmente nas instituições. Vacinação não é questão de liberdade individual. É saúde pública”, enfatizou.

Com a volta às aulas que se aproxima, lembramos às/aos professores/as que os canais de comunicação do sindicato seguem abertos para dúvidas e denúncias com relação aos protocolos de segurança em combate à pandemia do Covid-19 nas instituições de ensino.

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