Os diretores regionais do Sinpro Minas no Triângulo Mineiro estão visitando escolas e faculdades que não estão cumprindo a Convenção Coletiva de Trabalho. Em algumas unidades a situação é caótica, com atrasos salariais e outros descumprimentos. Em um dos casos, uma professora chegou a pedir rescisão indireta porque conseguiu receber em outubro apenas um vale referente ao salário de maio.
O Sinpro quer uma solução para os problemas e está encaminhando os casos para o Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho. A falta de democracia nas escolas também tem sido denunciada pelos docentes. Em um acontecimento recente dirigentes sindicais foram impedidos de entrar em uma instituição de ensino. A liberação só foi concedida após o anúncio de que a polícia e a imprensa estavam a caminho do local. A diretoria do sindicato esclarece que o acesso e a permanência de sindicalistas nas escolas está garantida Convenção Coletiva de Trabalho.
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